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Veneno de vespa do Cerrado é destaque em pesquisa no Canal Futura

A pesquisa da UnB sobre o potencial terapêutico da peçonha de vespas é exibida no programa Conexão Futura, com apoio da FAPDF.

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Redação
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Veneno de vespa do Cerrado é destaque em pesquisa no Canal Futura

A Biointech, startup fundada por Márcia Mortari e João Davison Silva Ramalho, tem o objetivo de transformar descobertas científicas em soluções que possam chegar ao mercado | Foto: Divulgação

A pesquisa sobre o potencial terapêutico do veneno de vespas do Cerrado, apoiada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), será exibida no programa Conexão Futura, da Fundação Roberto Marinho. O episódio, que faz parte da programação do Canal Futura, destaca a ciência desenvolvida em diferentes regiões do Brasil e será transmitido na sexta-feira (30), às 20h30, e às 12h30 na Globoplay.

O que a pesquisa revela sobre o veneno de vespas?

Representando o Distrito Federal, a professora Márcia Renata Mortari, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), apresentará sua pesquisa que investiga o potencial de substâncias inspiradas na peçonha de vespas sociais do Cerrado. O foco do estudo é no desenvolvimento de novos medicamentos que possam proteger as células do sistema nervoso, com possíveis aplicações em doenças como epilepsia, Alzheimer e Parkinson.

O projeto, desenvolvido no Laboratório de Neurofarmacologia da UnB, combina conhecimentos de biodiversidade, neurociência e biotecnologia. A pesquisa utiliza pequenas moléculas, conhecidas como peptídeos, que têm demonstrado resultados promissores em testes laboratoriais. A iniciativa também resultou na fundação da Biointech, uma startup criada por Márcia Mortari e João Davison Silva Ramalho, com a missão de transformar essas descobertas científicas em soluções viáveis para o mercado.

Qual o impacto dessa pesquisa na sociedade?

O episódio do Conexão Futura não apenas destaca a pesquisa da UnB, mas também apresenta outras iniciativas de diferentes estados que mostram como a ciência pode ser um pilar na resolução de desafios como as mudanças climáticas e a conservação ambiental. Entre os projetos, está o Nofire, desenvolvido em Pernambuco, que é uma tecnologia biodegradável destinada a mitigar a propagação de incêndios, contribuindo assim para a preservação da biodiversidade.

Outra pesquisa de destaque é a de Márcio Aurélio Pinheiro Almeida, do Maranhão, que investiga o uso da resina de breu-branco para a produção de biocombustíveis sustentáveis. A Bahia também é representada por Rodrigo Rocha Gomes e Souza, que desenvolve um jogo educativo que utiliza tecnologias imersivas para ensinar sobre a história da Independência do Brasil. Esses projetos são apoiados por diversas fundações de amparo à pesquisa, mostrando um esforço coletivo em prol do avanço científico no país.

O programa Conexão Futura se propõe a ser um espaço de visibilidade para pesquisas inovadoras que podem impactar diretamente a sociedade. A exibição da pesquisa sobre o veneno de vespas do Cerrado é um exemplo de como a ciência local pode contribuir para o desenvolvimento de novas terapias e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida da população.

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